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quinta-feira, setembro 27, 2007

Um aluno empreendedor

António Rosado

PEDRÓGÃO GRANDE

O dinamismo de um aluno finalista da ETPZ Pinhal levou a que a escola se tivesse mobilizado para umas Jornadas de Comunicação vocacionadas para o empreendedorismo.

A vontade de apenas um aluno, que mobilizou toda a escola em redor da sua Prova de Aptidão Profissional (PAP), é bem a prova de que o espírito empreendedor pode mover montanhas.
Jaime Henriques meteu mãos a obra e resolveu organizar este ano as VIII Jornadas de Comunicação da Escola Tecnológica e Profissional da Zona do Pinhal (ETPZP), em Pedrógão Grande.

"É um exemplo para os restantes alunos", reconheceu o presidente da autarquia, presente na cerimónia de abertura do evento, na passada segunda-feira. João Marques disse, a propósito, que "a preocupação da escola não pode passar apenas pelo percurso académico dos seus alunos", acrescentando que " é importante que saiam deste modelo de ensino [profissional] jovens empresários e empreendedores".

Seguindo à letra este desafio, o jovem Jaime Henriques, 21 anos, resolveu organizar uma semana de palestras e workshops com a presença de empresas como o Grupo Lena, com sede em Leiria, Critical Software, com sede em Coimbra, e Ydreams, sediada em Lisboa. Nos dois últimos dias, representantes e gestores destas empresas partilharam experiências de sucesso com os restantes alunos da escola. Jaime Henriques explicou que não foi difícil fazer os convites de forma a receber respostas afirmativas. "Bastou um e-mail muito directo e telefonemas para acertar datas", esclareceu. Foi através deste sistema simples que já garantiu também a presença na ETPZP em Maio de Rui Nabeiro, fundador dos Cafés Delta, e de Belmiro de Azevedo, administrador da Sonae, em Outubro próximo.


Atitude pró-activa
Segundo o aluno, que está prestes a ingressar (de novo) no mercado de trabalho, "o que é necessário é uma atitude pró-activa". Na realidade, Jaime Henriques já teve diversas experiências profissionais. Na sequência da morte do pai e depois de um relacionamento difícil com a mãe, decidiu deixar a casa e ir viver sozinho, criando a sua própria empresa aos 17 anos em Leiria. A trabalhar na área da moda, rapidamente obteve uma parceria com uma agência de modelos em Lisboa, transferindo-se para a capital com 18 anos. Um ano depois, as suas iniciativas empresariais fracassaram, fazendo-o regressar a Leiria, e ingressando na escola profissional de Pedrógão Grande, onde frequentou o curso de marketing. Agora diz-se disposto a voltar à luta no mercado de trabalho, de que é exemplo o primeiro prémio arrecadado no ano passado no concurso de "Melhor ideia de negócio", atribuído pela Associação de Jovens Empresários (ANJE).

A perseverança demonstrada por Jaime Henriques foi também destacada pelo director pedagógico da ETPZP, António Figueira, que reconheceu o "incansável esforço" revelado, como exemplo de competitividade no mercado de trabalho. Por outro lado, criticou o sistema de ensino que promove o excesso de oferta em certas áreas de estudo, nomeadamente no região do Pinhal, onde "não existe uma rede consertada que permita uma distribuição racional de oferta formativa". A propósito deu o exemplo de candidaturas a Cursos de Formação Tecnológica em Aplicações Informáticas de Gestão em Figueiró dos Vinhos, Pedrogão Grande, Sertã, Vila de Rei e Proença-a-Nova, tudo num raio de 40 quilómetros.

Fonte: As Beiras Online

http://www.asbeiras.pt/index2.php?area=leiria&numero=39859&ed=14032007

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Jaime Henriques - Vencedor do Concurso Nacional de Ideias de Negócio da Anje 2006

Ganhou o Concurso Nacional de Ideias de Negócio da ANJE, edição de 2006.
Quer aprender mais, construir os seus negócios, ser independente.
Sabe o que quer, para onde quer ir, como lá chegar e a fazer alguns sacrifícios para lá chegar. As 4 etapas do true entrepreneur.
Jaime Henriques vai ter sucesso na vida.
Vai ser rico e poderoso.
E vai ajudar a construir um Portugal melhor.
A trabalhar, a inovar, a arriscar.
Tem 19 anos e o seu discurso de marketing parece conseguido ao fim de 10 anos de multinacional. Estuda numa escola técnica, onde só tem 19s e 20s. Alguém lhe disse que tinha de continuar e ele ouviu e vai mesmo continuar.
Sabe ouvir e mudar de opinião.
Fazem falta mais Jaimes.
Os novos D.Henriques.

Fonte: www.forjaz.blogspot.com

(Obrigado Manuel Forjaz)

segunda-feira, dezembro 04, 2006

As pessoas e o mundo...

(Para uns basta ler o fim, a conclusão, para outros basta ler todo o texto e ainda para outros não vale a pena ler nada)

Ao longo dos tempos, tenho reflectido sobre um conjunto de questões. Estava eu a ler uns e-mails, a pensar num conceito de negócio de consultoria e sem saber bem, porque, surgiu-me uma questão:

Será que as pessoas ao querem ser cada vez melhores, querem ser o que possivelmente não são, querem mostrar o que não são, bem como a maioria das pessoas no mundo empresarial, querem estar dotados de etiqueta, estrangeirismos, formas de estar, de falar, não passam a ser algo artificiais? Com pouca autonomia?

Não sei se me estou a conseguir explicar, mas já imaginaram se não precisássemos de parecer, para mostrar que somos? Já imaginaram se todos fossem naturais, mostrassem o que são? O mundo poderia passar a ser menos perfeito, menos bonito, mas tenho por certo que passaria a ser bem mais natural, eficaz, tudo acontecia de uma forma normal.

Quantos pais não tentam que os filhos sejam ou pareçam algo? Já imaginaram que a maioria dos pais passa os dias a querem que os filhos sejam algo? Já imaginaram que nós próprios passamos o tempo a pensar no que seremos, no que vamos fazer, no tentar parecer algo, seja pela roupa, pelo cabelo, pela casa, pela linguagem, etc.

Não podemos querer ser, temos de ser o que somos e ao longo de um caminho preocuparmo-nos a aprender com o conjunto de experiências que nos rodeiam. Sabermos rejeitar aquelas que nos podem levar a um mau caminho, mas vivendo a vida, todos os dias, com tudo o que ela tem, olhando para o que está a acontecer no momento.

A maioria das pessoas passa a vida a pensar, a maioria das empresas passa a vida a fazer planos, projectos, a planear. Já pensaram naqueles que fazem, naqueles que executam, nas empresas com acção no mercado, com atitude? Nos resultados que obtêm?

O que é certo é que as pessoas e as empresas, constituídas por pessoas, têm visão, instinto, nem que seja pela breve análise de experiências anteriores. Se utilizássemos o tempo morto de vaguear, pensar, em tudo o que vamos fazer, queremos ser, no que vai acontecer, em tempo de execução, de acção, será que teríamos resultados melhores? Ganharíamos tempo perante a concorrência? Seriamos mais rápidos?

Afinal o que as pessoas e os clientes valorizam?: Rapidez? Sinceridade? Transparência? Capacidade de acção e execução? Simplicidade? Ou valorizam a perfeição? A demora? A complexidade? A falta de transparência? Acho que a resposta é simples...

As pessoas criam processos demasiados complexos, que depois não são capazes de executar, não funcionam. Poderão funcionar, mas quando aparece um problema, uma falha, não têm capacidade de resposta, rapidez, para por exemplo adaptar e reestruturar. Sabendo nós que estamos num mundo de mudança constantes, de competitividade, de complexidade, de problemáticas constantes, não será melhor sermos rápidos? Simples? Com capacidade de controlo, adaptação, flexibilidade?

Já pensaram ao longo da vida, a quantidade de tempo que desperdiçamos? Já pensaram se aproveitássemos esse tempo por exemplo para se preocuparmo-nos com nós próprios, para fazermos o que gostamos, para sermos realmente felizes, para vivermos da vida tudo o que ela tem para nos oferecer? Para ajudarmos as outras pessoas?

Chegando a uma conclusão no final de todo este texto, as pessoas passam uma grande parte da vida a mostrarem o que não são, a serem o que não são, quase sempre por falta de coragem, mas pelo contrario, já ouve algumas pessoas no mundo, que foram elas próprias, que marcaram o mundo ou apenas os amigos, ou a vila onde mora, mas foram elas, foram felizes, perseguiram os seus sonhos, foram persistentes, mas acima de tudo, tiveram coragem, tiveram um foco, sabiam o que queriam e lutarem todos os dias por isso. Mesmo que não tenham alcançado, enquanto lutavam por isso foram felizes, enquanto viveram foram elas próprias com um sorriso na cara, com uma vontade enorme de viver e de ultrapassar todos os problemas e complexidade da vida, fizerem sempre o que era certo para elas e não para os outros, tiveram tempo para os outros e para elas.

Deixo sete palavras, em que podem pensar e perceber o que são e para que servem: Coragem, Persistência, Felicidade, Simplicidade e Humildade, Paixão e Sonho

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

Notabilidade

Na minha perspectiva “Mais vale ser notável do que ser perfeito”

Acho que se desperdiça, demasiado tempo se tentar ser perfeito, a tentar mostrar o que não são, concentro então os meus objectivos em ser notável (Remarkable).

Um exemplo concreto:
Tiger Woods, jogador de golf, é uma pessoa normal, no entanto, tem algo absolutamente soberbo que é a capacidade, no seu desporto, de conseguir fazer a tacada de saída de uma forma que mais ninguém consegue fazer. Ele não é bom no jogo curto, não é muito bom no jogo da fairway, mas aquilo que é fabuloso é na tacada de saída. Como ele trabalhou este aspecto até à exaustão, conseguindo ganhar uma vantagem competitiva e um forte ponto de diferenciação, ser notável é isto.

O segredo está em apostar numa competência tão forte que nos puxará lá para “cima”, mesmo que em outros áreas sejamos relativamente medianos. É esta a diferença querer ser perfeito e querer ser notável.

Motivação de RH - Desafio e Reconhecimento

A motivação das pessoas, na minha opinião, passa pelo desafio e reconhecimento.

A motivação é uma disciplina complexa, porque está ligada directamente á psicologia humana, com forte apoio na componente emocional, nesse sentido existe muito a falar sobre ela, mas para mim são exactamente esses dois factores, se realizarmos uma análise em foco.

Como criar o desafio e o reconhecimento?

É Fácil...

Basta olharmos para nós próprios e analisarmos como é que alguém poderia conseguir isso de nós.

Poderão dizer que as pessoas são diferentes e que este exercício é inválido, mas as pessoas não são assim tão diferentes. O que diferencia os indivíduos é em parte os seus gostos, necessidades e atitudes perante cada situação e perante a vida, seja ela ao nível profissional ou pessoal.

Admito no entanto, que existem exercícios mais complexos e eficazes, mas esses podemos efectuá-los numa 2º fase e análise, o que queremos num determinado momento de forma rápida e simples, é, de como por vezes podemos actuar com maior eficácia sobre as pessoas e de como analisarmos as problemáticas desta questão numa primeira fase.


Questões:

- E os recursos humanos da sua empresa estão motivados?

- Onde estão e para onde vão? Quais as suas perspectivas futuras?

- Qual o espírito de equipa? Existem várias equipas? Coordenam-se entre elas? Existem rivalidades? Espírito entre-ajuda / partilha de experiências e know-how adquirido?

- O que a empresa pretende e o que eles pretendem?

- O que eles têm para dar á sua empresa e o que a sua empresa tem para lhes dar?

- Eles sabem qual é o posicionamento, missão e objectivos da empresa? Estão em ligação com eles? Será que estes pontos diferenciam em alguma coisa a motivação ou atitude dos mesmos?

- Que tipo de comunicação interna existe? Funciona bem?

- Qual é a opinião deles sobre a empresa? Sobre os colega? Sobre os directores? Sobre os serviços da empresa?

- Qual o nível de franqueza (O que é a franqueza?) (Retenção de informação) existente dos colaboradores entre eles? Dos colaboradores para a direcção? Da direcção para os colaboradores?


Não basta trabalhar e gerir empresas, é necessário dar ênfase á principal matéria-prima da empresa, os seus recursos humanos, porque são o maior elemento de valor acrescentado que a empresa pode ter e diferenciador da concorrência

quarta-feira, fevereiro 08, 2006

Ferramentas de estratégia de marketing:


1 - Pensamento Estratégico STP (SAP):
- Segmentação
- Estabelecimento do Alvo
- Posicionamento

2 - Matriz TOWS:
- Ameaças
- Oportunidades
- Fraquezas
- Forças

3 - 4P's:……………………………….. 4C's:

- Produto ………………………………. - Valor do Cliente

- Preço ………………………………….. - Custos do Cliente

- Distribuição ………………………… - Conveniência do Cliente

- Promoção …………………………….. - Comunicação com o Cliente

Marketing de serviços:

3P’s:

- Pessoal (Recursos Humanos)
- Processo (Como o serviço da empresa se dispõe)
- Physical Evidence (Evidência Física) – Carácter Tangível

terça-feira, janeiro 17, 2006

Fórmula de Sucesso - Inovação e Marketing


Excelente Inovação + Excelente Marketing

Inovar, criando novos produtos e melhores, de valor acrescentado para os consumidores, criando melhores sistemas e novos conceitos empresariais, mais dinâmicos e eficazes, de rápida resposta, reunindo e utilizando todos os recursos, de forma a existir uma máxima rentabilização da estrutura, criando sinergias internas e externas, para que as empresas possam ganhar uma vantagem competitiva e se diferenciar da concorrência não só pelas suas ofertas no mercado.

Frases que guardo...



- Aprendemos 10% com o que lemos, 30% com o que vemos e ouvimos e 80% com o que experimentamos.

- As empresas vencedoras são aquelas que transformam os seus clientes em vencedores

- As empresas inteligentes são aquelas que criam constantemente valor para os seus clientes e que são centradas no cliente e voltadas para o cliente

- As empresas sobreviventes, serão aquelas que melhorarem continuamente o valor que oferecem aos clientes, em vez de se acomodarem com os sucessos do passado

- A razão do empenho e concentração num projecto, deve ser a crença e paixão que temos no mesmo, o prazer que temos em desenvolver e melhorar uma determinada estrutura, no entanto tudo o resto, deverá ser considerado como elemento secundário e de acréscimo


- Um Elemento de um grupo, ganha, quando faz o que é melhor para si e para o grupo